CURSO DE LETRAS DE TRÊS LAGOAS
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Produção acadêmia e a ética nas instituições
No que você está pensado?
Essa é a mensagem que aparece neste local antes de digitarmos qualquer coisa, mas resolvi aproveitar e responder essa pergunta da seguinte forma.
Na correria de tentar melhorar de nota na avaliação da CAPES e na tentativa de alguns programas tentarem ter seu doutorado, fazem miséria na vida dos docentes. Alguns lugares fazem homenagem aos Coordenadores de Áreas, os convidam para palestras, alguns só faltam beijar os pés de alguns coordenadores, como se isso comprasse qualquer passe, mas não é bem assim, se há um mínimo de ciência em tudo isso, deve-se verificar o que o programa tem feito, o que o docente tem feito, o que o discente tem feito. Contudo, nos últimos tempos, o que temos visto é uma pressão terrível para que se tenha o máximo possível artigos e mais artigos em indicador I, mas isso deveria segundo a própria norma, abranger desde B5 a A1, mas a pressão é sejam B2-A1, mas esquecem que enquanto uns produzem nestes estratos, outros produzem menos neste local, mas possuem projetos de extensão, projetos financiados, participam efetivamente da graduação, ministram palestras, minicursos e etc. Mas nada serve, somente os artigos, também considero importante, mas a pós é algo isolado da graduação ou da academia em que o professor está inserido???
O que tenho visto é menos comprometimento com o curso de graduação e TOTAL atenção para a pós, mas o que é isso? Vejo um absurdo que é montar nas costas de seus orientandos para que a produção aumente, meus mestres nunca fizeram isso comigo e me ensinaram com seus exemplos que o texto do aluno é do aluno, não é por que o lemos, ou damos essa ou aquela dica, devemos usá-los para enriquecer nosso lattes (CV). Essa mudança de atitude dentro da academia e o resultado dessa pressão produtiva. Cansei de ouvir na CAPES, quando coordenador, a reclamação dos coordenadores das área de humanidades que não é possível cobrar o mesmo tipo de produção que de outras áreas, até mesmo devido as diferenças em todos os aspectos.
É terrível, mas temos que conviver com as atitudes que os programas e seus respectivos coordenadores estão tomando, alguns perdem a ética, mas é assim que anda o mundo acadêmico neste país.
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http://www2.capes.gov.br/rbpg/images/stories/downloads/RBPG/Vol.3_6_dez2006_/Deb_Artigo3_n6.pdf
sábado, 19 de março de 2011
Sobre Plágio
CAPES recomenda a atenção contra plágio nas escolas de ensino médio e universidades
Recomendações visam coibir o comércio ilegal de trabalhos acadêmicos e o plágio de monografias nas universidades brasileiras.
Para saber mais:
http://www.unesp.br/cgb/noticia.php?artigo=6648
Recomendações visam coibir o comércio ilegal de trabalhos acadêmicos e o plágio de monografias nas universidades brasileiras.
Para saber mais:
http://www.unesp.br/cgb/noticia.php?artigo=6648
quinta-feira, 3 de março de 2011
Seis a cada dez professores que dão aula sem diploma estão matriculados na faculdade (UOL-Educação-03/03/2011)
Um cruzamento de dados divulgado pelo MEC (Ministério da Educação) mostra há 381.214 professores da educação básica matriculados em cursos superiores. Isso signfica que seis a cada dez profissionais sem diploma que estão em sala de aula buscam formação. Os números foram divulgados pela pasta nesta quinta (3).
LEIA MAIS
Para socióloga, professoras enfrentam baixo reconhecimento da sociedade
No Brasil, oito em dez professores são mulheres
Professor motivado pode compensar salas maiores
Segundo o Censo Escolar, também do MEC, há 636 mil docentes que lecionam nos ensinos infantil, fundamental e médio sem diploma - o montante corresponde a 32% do total de profissionais. A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) exigia que todos os professores dos então 1º e 2º graus tivessem ensino superior até o ano de 2006.
Professores na faculdade
O número divulgado pelo MEC é resultado de cruzamento de dados do censo dos professores da educação básica com o censo dos estudantes da educação superior de 2009. Segundo o ministério, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) fez o estudo usando o CPF dos educadores para não haver dupla contagem.
Dos 381.214 professores matriculados na educação superior, mais de 50% dos educadores estão em cursos de pedagogia – 192.965, seguido de letras (44.754), matemática (19.361) e história (14.478). Fora das licenciaturas (cursos que formam docentes), os cursos preferidos são direito, com 8.891 matrículas, administração (5.809) e serviço social (4.259), mas há também professores nas engenharias (3.287), na psicologia (3.061), entre outros.
Os profissionais preferem cursos presencias a EAD (educação a distância) - há 206.610 cursando graduação na primeira modalidade e 174.604, em EAD.
Enem dos professores
O Ministério da Educação publica, nesta quinta-feira (3), no Diário Oficial da União, portaria normativa que institui a prova nacional de concurso para o ingresso na carreira docente, que será realizada uma vez por ano, de forma descentralizada, em todas as unidades da Federação. O Inep será o responsável pela coordenação e aplicação da prova, prevista para começar a ser aplicada em 2012.
A participação do professor é voluntária e o uso dos resultados para seleção de docentes pelas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal será por adesão ao exame. A realização da prova nacional tem uma série de objetivos, entre eles, subsidiar as redes públicas de educação na realização de concurso para admissão de docentes e conferir parâmetros de auto-avaliação aos participantes.
*Com informações do MEC
Da Redação*
Em São Paulo
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Professores na faculdade
O número divulgado pelo MEC é resultado de cruzamento de dados do censo dos professores da educação básica com o censo dos estudantes da educação superior de 2009. Segundo o ministério, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) fez o estudo usando o CPF dos educadores para não haver dupla contagem.
Dos 381.214 professores matriculados na educação superior, mais de 50% dos educadores estão em cursos de pedagogia – 192.965, seguido de letras (44.754), matemática (19.361) e história (14.478). Fora das licenciaturas (cursos que formam docentes), os cursos preferidos são direito, com 8.891 matrículas, administração (5.809) e serviço social (4.259), mas há também professores nas engenharias (3.287), na psicologia (3.061), entre outros.
Os profissionais preferem cursos presencias a EAD (educação a distância) - há 206.610 cursando graduação na primeira modalidade e 174.604, em EAD.
Enem dos professores
O Ministério da Educação publica, nesta quinta-feira (3), no Diário Oficial da União, portaria normativa que institui a prova nacional de concurso para o ingresso na carreira docente, que será realizada uma vez por ano, de forma descentralizada, em todas as unidades da Federação. O Inep será o responsável pela coordenação e aplicação da prova, prevista para começar a ser aplicada em 2012.
A participação do professor é voluntária e o uso dos resultados para seleção de docentes pelas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal será por adesão ao exame. A realização da prova nacional tem uma série de objetivos, entre eles, subsidiar as redes públicas de educação na realização de concurso para admissão de docentes e conferir parâmetros de auto-avaliação aos participantes.
*Com informações do MEC
Da Redação*
Em São Paulo
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